FELIZ HANUKKAH

Muitos cristãos acabam se perdendo na festa natalinas , com abordagens anti cristãs com figuras nórdicas e que com certeza não tem nada a ver com o Nascimento de Cristo.
Ao invés de incorporar essas alegorias , faça como os judeus e festeja a Chanucá! Segue detalhe histórico e espiritual dessa festividade que enfatiza “Milagre” e com esse enfoque tenhamos uma mente emoções voltadas para significativos milagres. Um coração repleto de gratidão e uma mente voltada aos Ceus e suas manifestações.
Chanucá ou Hanucá (em hebraico: חנוכה, romaniz.: ḥănūkkāh) é uma festa judaica, também conhecido como o Festival das luzes. “Chanucá” é uma palavra hebraica que significa “educar” ou “inauguração”. A primeira noite de Chanucá começa após o pôr do sol do 24.º dia do mês judaico de Kislev e a festa é comemorada por oito dias. Uma vez que na tradição judaica o dia do calendário começa no pôr do sol, o Chanucá começa no 25.º dia.
História
Por volta do ano de 200 a.C. os judeus viviam como um povo autônomo na terra de Israel, a qual, nessa época, era controlada pelo rei selêucida da Síria. O povo judeu pagava impostos à Síria e aceitava a autoridade dos selêucidas, sendo, em troca, livre para seguir sua própria fé e manter seu modo de vida.
Em 180 a.C. o tirano[1] Antíoco IV Epifânio ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judeia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminando, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá. O rei Antíoco ordenou que todos aqueles que estavam sob seu domínio (em específico Israel) abandonassem sua religião e seus costumes. No caso dos judeus, isso não funcionou, ao menos em parte. Muitos judeus, principalmente os mais ricos, aderiram ao helenismo (cultura grega) e ficaram odiados e conhecidos pelos judeus mais pobres como “helenizantes”, uma vez que ficavam tentando fazer a cabeça do resto dos judeus para também seguirem a cultura grega. Antíoco queria transformar Jerusalém em uma “pólis” (cidade) grega, e conseguiu.

Em 167 a.C., após acabar com uma revolta dos judeus de Jerusalém, Antíoco ordenou a construção de um altar para Zeus erguido no Templo, fazendo sacrifícios de animais imundos (não kasher) sobre o altar, e proibiu a Torá de ser lida e praticada, sendo morto todo aquele que descumprisse tal ordem. Na cidade de Modim (sul de Jerusalém), tem início uma ofensiva contra os greco-sírios, liderada por Matatias (Matitiahu) (um sacerdote judeu de família dos Hasmoneus) e seus cinco filhos João, Simão, Eliézer, Jonatas e Judas (Yehudá). Após a morte de Matatias, Yehudá toma a frente da batalha, com um pequeno exército formando em sua maioria por camponeses. Mesmo assim, os judeus lograram vencer o forte exército de Antíoco no ano 164 a.C. e libertaram Jerusalém, purificando o Templo Sagrado. Judas acabou conhecido como Judas Macabeu (Judas, o Martelo). Para o historiador israelense Shlomo Sand (2014), “Na época, os habitantes da Judeia ainda incluíam um significativo número de pessoas que se dedicavam à idolatria ou eram encorajadas a retomar tais rituais, e os líderes da comunidade judaica consideraram imperativo separar-se dessa população e subjugá-la”.[2] Assim, é importante reconhecer que a revolta de Judas Macabeu foi resultado da ação de um grupo pequeno e articulado — com “intenso zelo monoteísta” — e que se sucedeu em um terreno sócio, político e religioso que era mais plural que convém à narrativa bíblica reconhecer. O arranjo com os selêucidas sequer foi rompido, pois o rei Alexandre Balas reconheceu João, irmão de Judas Macabeu, como sumo sacerdote.
O festival de Chanucá foi instituído por Judas Macabeu e seus irmãos para celebrar esse evento. (Mac. 1 vers. 59). Após terem conseguido a recuperação de Jerusalém e o Templo, Judá ordenou que o Templo fosse limpo, que um novo altar fosse construído no lugar daquele que havia sido profanado e que novos objetos sagrados fossem feitos. Quando o fogo foi devidamente renovado sobre o altar e as lâmpadas dos candelabros foram acesas, a dedicação do altar foi celebrada por oito dias entre sacrifícios e músicas (Mac. 1 vers. 36).

Até aqui, viu-se a vitória do pequenino exército judeu, esse foi o grande milagre. O segundo milagre segundo a tradição dos fariseus é mais sobrenatural e deu origem à festa de Chanuká como conhecemos. Após a purificação da Cidade Santa e da Casa de YHWH foi constatado que só havia um jarrinho de azeite puro no Templo com o selo intacto do Cohen Gadol (Sumo Sacerdote) para que as luzes da Menorá fossem acesas, e isso duraria apenas um dia, mas milagrosamente durou oito dias, tempo suficiente para que um novo azeite puro fosse produzido e levado ao templo para o seu devido fim conforme manda a Torá (Ex 27:20-21).
Deus abençoe a todos! Uma feliz Hannuka – Um feliz Natal em Cristo,
Pr Joao Wojcicki e Pra Ana Rita

Confie e Ele fará!

Confiai no Senhor perpetuamente, porque o Senhor Deus é uma rocha eterna”),

1. A Natureza do Deus em Quem Confiamos

    • Deus é eterno: Sua existência não tem início nem fim. Ele é a rocha
      imutável em um mundo de mudanças.
    • Deus é fiel: Ele cumpre Suas promessas e nunca falha com aqueles que
      n’Ele confiam.
    • Deus é poderoso: Sua capacidade é ilimitada, garantindo que nada é
      impossível para Ele.

    2. O Significado de Confiar no Senhor

      • Dependência total: Colocar nas mãos de Deus todas as áreas da vida,
        incluindo preocupações, planos e medos.
      • Entrega contínua: A confiança em Deus não é apenas para momentos
        específicos, mas uma prática permanente (“perpetuamente”).
      • Descanso na soberania de Deus: Saber que Deus está no controle traz
        paz mesmo em tempos de dificuldade.

      3. Obstáculos à Confiança em Deus

        • Medo e ansiedade: Sentimentos que podem abalar nossa confiança em
          Deus.
        • Autossuficiência: Quando confiamos mais em nossas capacidades do
          que em Deus.
        • Dúvidas sobre o caráter de Deus: Questionamentos sobre Sua bondade
          ou poder podem minar a confiança.

        4. Benefícios de Confiar em Deus

          • Paz interior: Isaías 26:3 afirma que Deus mantém em paz perfeita aqueles
            que confiam n’Ele.
          • Fortaleza espiritual: Confiar em Deus renova nossas forças e nos torna
            resilientes.
          • Direção clara: Deus guia aqueles que dependem d’Ele, ajudando-os a
            tomar decisões sábias.

          5. Como Fortalecer a Confiança em Deus

            • Leitura e meditação na Palavra de Deus: A Bíblia é o fundamento para
              compreender quem Deus é.
            • Oração constante: O diálogo com Deus fortalece o relacionamento e a
              confiança.
            • Recordar experiências passadas: Refletir sobre como Deus já agiu no
              passado inspira confiança para o futuro.
            • Comunhão com outros cristãos: Compartilhar testemunhos e encorajarse mutuamente.

            6. A Rocha Eterna como Base da Vida

              • Estabilidade: Deus é a rocha que sustenta nossa vida, mesmo quando
                enfrentamos tempestades.
              • Segurança eterna: Confiar em Deus é depositar a esperança na salvação
                que Ele oferece.
              • Construção da vida sobre a Rocha: Assim como Jesus ensina em Mateus
                7:24-25, a confiança em Deus é a base de uma vida inabalável.

              Prossigamos confiadamente em nossa jornada diante dos Céus.
              Beijos sem eu coração!
              Pr João Wojcicki

              O Último Chamado

              Texto base: Atos 2 : 17-21
              E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos sonharão sonhos;
              18 E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão;
              19 E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo.
              20 O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor;
              21 E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

              Em uma pequena cidade esquecida no interior, os moradores começam a vivenciar fenômenos inexplicáveis. Tudo começa com uma jovem chamada Sara, que, após um sonho vívido, passa a ter visões de acontecimentos futuros e ouvir uma voz que lhe diz: “Levante-se e fale, pois o Espírito será derramado sobre todos.”
              Ao mesmo tempo, idosos na cidade começam a relatar sonhos com mensagens misteriosas, enquanto jovens afirmam ver sinais no céu – nuvens em formato de chamas e um luar avermelhado, como se a própria criação estivesse falando. As pessoas, inicialmente céticas, não conseguem ignorar os sinais: terremotos repentinos, flashes de luz sem origem aparente e um eclipse inexplicável que escurece o sol ao meio-dia.
              Uma jovem chamada Tereza , tomada pela coragem de algo maior, se junta a um grupo de moradores impactados pelos sinais e começa a profetizar em praça pública. Suas palavras são cheias de esperança, mas também de alerta: “O tempo está próximo. O grande dia do Senhor vem, e Ele está chamando todos à salvação!”

              Enquanto isso, do outro lado da cidade, um cientista chamado Henrique tenta explicar os eventos com base em teorias naturais, mas, à medida que os sinais se intensificam – rios ficando vermelhos como sangue e um fogo sobrenatural no horizonte que não consome nada –, ele começa a questionar sua descrença.
              O clímax ocorre em um dia quando a cidade inteira presencia um fenômeno celestial: o céu se parte em cores deslumbrantes, enquanto uma voz ecoa em seus corações, dizendo: “Invoquem Meu nome, e serão salvos!”
              Aqueles que reconhecem o chamado sentem uma paz inexplicável e veem a transformação começar em suas vidas. Outros, ainda resistentes, são confrontados com o peso de suas escolhas.

              Conclusão para refletir:
              A história de Tereza e sua cidade nos lembra da promessa em Atos 2:17-21. Deus derrama Seu Espírito sobre todos, chamando-nos para uma decisão em tempos de crise. Sinais podem ser vistos ao nosso redor, mas será que estamos atentos? Mais do que o medo do desconhecido, o texto nos aponta para a esperança: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo!” Talvez seja hora de ouvirmos os sinais ao nosso redor e nos voltarmos para a promessa de vida eterna.
              Decisões são importantes em nossa jornada, mas a mais relevante é a nossa própria Salvação. Pense nisso e permaneça !
              Pr joao Wojcicki

              Uma Vida com Propósito: Vivendo o Chamado de Deus

              Você já se perguntou qual é o propósito da sua vida? Essa é uma pergunta que ressoa em muitos corações, especialmente quando buscamos sentido para nossa existência. Do ponto de vista cristão, a resposta está na compreensão de que fomos criados por Deus e para Deus. Nosso propósito não é apenas uma conquista pessoal, mas o cumprimento do plano d’Ele em nossas vidas.

              1. O Propósito de Deus Começa na Criação

              Desde o início, Deus revelou que cada ser humano tem um propósito. Em Gênesis 1:27-28, vemos que fomos criados à imagem de Deus, com a missão de refletir Sua glória e governar sobre a criação. Isso nos dá uma identidade e um senso de valor inestimável: somos obra-prima do Criador, chamados para um relacionamento íntimo com Ele e para impactar o mundo ao nosso redor.

              2. Redescobrindo o Propósito na Redenção

              Mesmo com a queda da humanidade (Gênesis 3), Deus não desistiu de Seu propósito para nós. Ele enviou Jesus Cristo para nos reconciliar consigo (Colossenses 1:20-22). A redenção em Cristo nos dá acesso a uma vida plena e com propósito. Em João 10:10, Jesus declara: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Essa abundância não está apenas em bens materiais, mas em uma vida cheia de significado, vivendo para a glória de Deus.

              3. O Propósito de Glorificar a Deus

              O principal objetivo de nossas vidas é glorificar a Deus. Em 1 Coríntios 10:31, Paulo nos instrui: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.” Isso significa que cada aspecto da nossa vida – trabalho, relacionamentos, ministério – deve refletir o caráter de Deus e apontar para Sua grandeza.

              4. Cumprindo Nosso Propósito na Missão de Deus

              Além de glorificar a Deus, fomos chamados para fazer parte de Sua missão no mundo. O “Ide” de Jesus em Mateus 28:19-20 nos convoca a sermos discípulos que fazem discípulos. Nosso propósito, como seguidores de Cristo, é expandir o Reino de Deus por meio de nossas palavras, ações e testemunho de vida.

              5. Descobrindo Nosso Propósito Individual

              Embora todos compartilhemos o propósito geral de glorificar a Deus, cada pessoa tem uma missão específica. Deus nos criou com dons únicos e nos colocou em contextos diferentes para que possamos fazer a diferença. Romanos 12:6-8 nos encoraja a usar os dons que recebemos de maneira fiel, seja no ensino, na liderança, no serviço ou na compaixão.

              6. O Papel da Intimidade com Deus

              Para viver uma vida com propósito, precisamos estar conectados com a fonte desse propósito: Deus. A oração, o estudo da Bíblia e a comunhão com outros cristãos são fundamentais para discernirmos Sua vontade. Como está escrito em Salmos 37:4-5: “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.”

              7. Uma Vida com Propósito Produz Frutos Eternos

              Quando vivemos alinhados com o propósito de Deus, nossas vidas produzem frutos que permanecem. Em João 15:5, Jesus diz: “Eu sou a videira, vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” Esses frutos incluem vidas transformadas, impacto espiritual e um legado eterno para a glória de Deus.

              Conclusão

              Viver uma vida com propósito não é sobre encontrar satisfação pessoal em conquistas terrenas, mas sobre alinhar nossa vida com o plano eterno de Deus. Ao buscar Sua vontade e cumprir o chamado que Ele nos deu, experimentamos a verdadeira plenitude e deixamos um impacto duradouro no mundo.

              Que tal começar hoje? Busque a Deus, pergunte a Ele qual é o propósito específico para sua vida e comprometa-se a vivê-lo com todo o seu coração. Afinal, você foi criado para algo muito maior do que você pode imaginar – para glorificar a Deus e fazer parte de Sua missão.

              “Pois sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ’planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.” (Jeremias 29:11)
              Pr João Wojcicki

              ESPERA EM DEUS!

              Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera
              em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. Salmos 42:5


              Nessa época atual muitos estão enfrentando muitas lutas emocionais e
              espirituais na jornada de fé. No versículo 5, lemos: “Por que estás abatida, ó
              minha alma? E por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o
              louvarei pela salvação que há na sua presença.”
              Este versículo nos convida a
              refletir sobre a nossa condição espiritual e a redirecionar nossa esperança para
              Deus. Aqui estão alguns tópicos que podemos explorar a partir desse poderoso
              versículo.

              1. Reconhecimento do Abatimento
              • Reflexão sobre o Abatimento: Há uma pergunta interna, reconhecendo
                seu estado de desânimo. É normal sentir-se abatido em momentos difíceis;
                a honestidade sobre nossas emoções é o primeiro passo para a cura.
              • Conexão com a Realidade: Muitos de nós enfrentamos períodos de
                desânimo, dúvida e até desespero. Essa realidade é parte da experiência
                humana, É importante salientar que Deus se importa com nossas lutas
                emocionais.
              1. Apertando o Coração em Oração
              • Diálogo com Deus: O salmista não se cala diante de sua dor. Ele se dirige a
                Deus com suas perguntas, demonstrando que a oração é um meio
                poderoso de expressar nossos sentimentos e preocupações. Falar com
                Deus sobre nossas lutas é um sinal de fé.
              • Importância da Vulnerabilidade: Ser vulnerável diante de Deus é crucial.
                Ele já conhece nosso coração e nossas lutas, mas deseja que nos
                aproximemos d’Ele em busca de conforto e entendimento.
              1. A Esperança como Ação
              • “Espera em Deus”: A exortação para esperar em Deus é central neste
                versículo. Esperar não é passividade, mas uma atitude ativa de confiança.
                Significa confiar que, mesmo na dor, Deus está trabalhando.
              • Lembrança das Promessas: O salmista nos encoraja a recordar as
                promessas de Deus. Ao esperarmos n’Ele, renovamos nossa confiança nas
                Suas promessas de amor, proteção e salvação.
              1. Louvor em Tempos Difíceis
              • Louvando pela Salvação: Uma declaração de louvor importante – Mesmo
                no desânimo, há uma expectativa de louvar a Deus pela salvação. Louvar é
                um ato que transforma nossa perspectiva, lembrando-nos da bondade de
                Deus.
              • Prática do Louvor: Encontrar maneiras de louvar a Deus, mesmo quando
                tudo parece sombrio, pode ser um poderoso antidoto para a tristeza. A
                música, a adoração e a gratidão podem elevar nosso espírito e nos
                conectar novamente com o coração de Deus.
              1. A Presença de Deus como Refúgio
              • Salvação na Presença de Deus: A presença de Deus é um refúgio em
                tempos de desespero. Quando buscamos a Sua presença, encontramos
                paz e conforto, mesmo em meio às tempestades da vida.
              • Cultivando a Presença de Deus: Como podemos cultivar uma maior
                consciência da presença de Deus em nossas vidas diárias? A oração,
                louvor, a leitura da Palavra e a meditação são práticas que nos ajudam a
                estar mais atentos à Sua presença.
              1. Conclusão: A Jornada da Fé
                O Salmo 42:5 nos ensina que a fé não é a ausência de dúvida ou tristeza, mas um
                compromisso de esperar em Deus, mesmo quando tudo parece desmoronar. Ao
                reconhecer nosso abatimento, orar sinceramente, esperar com esperança e
                louvar pela salvação, podemos experimentar a transformação que vem da
                presença de Deus. Que possamos, assim como o salmista, encontrar força em
                nossa fraqueza e luz na escuridão, confiantes de que Deus está sempre conosco,
                pronto para nos levantar e nos guiar.

              Vamos juntos ! Sendo fortalecidos e impulsionados pelo seu amor e graça
              infinita!
              Pr Joao Wojcick